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O desafio de se saber só - ou a sabedoria do amor próprio

Cada pessoa tem uma vida pra viver: a sua própria. Um trabalho a fazer, um amor a decifrar, alguns medos a enfrentar, uma família a sustentar, uns sapos a engolir, uma dor a curar... Estamos, ou deveríamos estar, todos ocupados o bastante com nossas próprias batalhas. Exceto àqueles que o destino fez dependentes a serem cuidados, a todos os outros cabe cuidar de si. 
Como a vida é uma trama, a sociedade trata de misturar exércitos de um homem só, garantindo que ninguém consiga viver totalmente só, ou ao menos imune à influência que exerce, mesmo que involuntariamente, sobre a a vida do outro. Nesse cenário, conhecer a si mesmo já é desafio pra uma vida. Aprender o outro, então, pode ser um suplício ou uma aventura. E é aí que parece estar o segredo: pra quem se gosta, aventura; pra quem está perdido em si mesmo, suplício.
Aventuremo-nos, pois!
Que a vida sempre pode nos surpreender.

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Dia dos namorados

Olha o estrago que a chuva fez no meu coração. Era o encontro perfeito: piquenique no parque, toalha xadrez, vinho francês e até violão. piquenique (Fonte: media.paperblog.fr) Mas na hora marcada uma nuvem muito abusada (e que não foi convidada) fez sombra e trovoada, debochou da minha cena, e sem dó nem piedade encharcou minha pequena. E eu, completamente desolado, inconsolavelmente fracassado... Poderia um simples bobo apaixonado prever tamanho golpe de seu maior aliado? Bastava, Sol querido, dar-me apenas um aviso... parapluie fermé (Fonte: www.educol.net)

Inspiração

"Pour moi, ça paraît tellement simple que la vie doit être vécue sur le fil. D'entretenir sa rébellion, de refuser de se conformer aux règles, de refuser son propre succès, de refuser de se répéter, de voir chaque jour, chaque année, chaque idée comme un réel défi. Ainsi, nous vivrons notre vie sur la corde raide." (Philippe Petit) la vérité

Ode ao passado

Objeto do meu amor atemporal, ele não entende - que pena - minha forma de amar. Compreendo sua angústia, sua tristeza, sua revolta, e até seus surtos que tanto nos ferem. Acontece que a perda não vem suavemente, ela assola a alma quando nos damos conta do que perdemos, e nos leva aos extremos.